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Blog >> Clínica K. Life - Medicine Institute | Dra. Karla Assis Lima


A dermatoscopia existe há décadas na dermatologia, usada para examinar lesões de pele com precisão que o olho nu não alcança. Por muito tempo, esse recurso não era aplicado ao couro cabeludo.
Isso mudou no início dos anos 2000, quando a dermatologista Lidia Rudnicka sistematizou o uso da dermatoscopia especificamente para o cabelo e criou os critérios que hoje chamamos de tricoscopia. O que antes era uma avaliação clínica subjetiva virou um exame com padrões definidos: miniaturização, sinal peripilar, distribuição folicular, tudo documentado e comparável ao longo do tratamento. É essa mudança que está por trás do exame que você faz na K.Life hoje. Antes de existir
20 de jul.1 min de leitura


Julho Amarelo existe para lembrar de um exame que a maioria das pessoas nunca fez: a testagem para hepatites virais.
E o motivo de trazer isso pro nosso feed é simples. O fígado é um órgão silencioso. Ele pode estar comprometido por anos sem dor, sem sintoma óbvio, sem nenhum sinal que a pessoa associe ao próprio corpo. O cabelo, por outro lado, não é silencioso. Ele reage. Muda de espessura, perde densidade, cai mais do que deveria. E é justamente por isso que a tricologia às vezes chega antes da hepatologia: o paciente procura queda de cabelo achando que é estresse ou genética, e o exame
20 de jul.1 min de leitura


Três dias de imersão no que há de mais avançado em dermatologia regenerativa.
Regeneração cutânea, exossomos, PDRN, protocolos com ácido hialurônico, biohacking do envelhecimento, microbioma da pele, novas abordagens para melasma e muito mais. Trouxe cada aprendizado pensando em vocês. Porque tratar o couro cabeludo e os fios exige a mesma profundidade científica que tratar a pele: entender a biologia antes de indicar qualquer protocolo. Atualização constante não é diferencial, é compromisso com quem confia no meu trabalho. Amei cada pedacinho da exper
20 de jul.1 min de leitura


A maioria das pessoas com alopecia cicatricial passou meses, às vezes anos, tratando a queda como se fosse eflúvio comum.
Trocou de produto, testou suplemento, esperou o cabelo “voltar”. E nesse tempo, o processo seguiu avançando embaixo da pele, onde ninguém vê. Esse é o problema real da alopecia cicatricial. Ela não dói, não sangra, não chama atenção nos primeiros meses. E quando o couro cabeludo já está liso, sem poros visíveis, o que poderia ter sido freado virou definitivo. Não existe protocolo estético, cosmético ou caseiro capaz de interromper esse processo. A única forma de mudar esse de
20 de jul.1 min de leitura


Hiperandrogenismo não é sinônimo de ovário policístico. É um mecanismo, e esse mecanismo pode ter várias origens.
Hiperplasia adrenal congênita de início tardio produz excesso de andrógeno pela adrenal, não pelo ovário, e costuma passar despercebida por anos. Tumores secretores de andrógeno, raros mas reais, geram elevação abrupta e desproporcional, diferente da evolução lenta que se vê no SOP. Hiperprolactinemia altera o eixo hormonal e também empurra andrógenos para cima, mesmo com ovários normais nos exames de imagem. Resistência insulínica severa pode gerar hiperandrogenismo por cont
20 de jul.1 min de leitura


Nem toda queda de cabelo começa no cabelo. A parede intestinal funciona como uma barreira seletiva. Ela decide o que entra na corrente sanguínea e o que fica de fora.
Quando essa barreira perde integridade, fragmentos bacterianos como o LPS (lipopolissacarídeo) atravessam para a circulação. O sistema imune reconhece esses fragmentos como ameaça e ativa uma resposta inflamatória sistêmica de baixo grau. Essa inflamação não escolhe um único órgão. Ela circula. E o folículo piloso, por ter alta atividade metabólica e renovação constante, é um dos primeiros tecidos a sofrer o impacto: encurtamento da fase de crescimento, fio mais fino a cada c
20 de jul.1 min de leitura


Você já ouviu falar em queda hormonal, queda por estresse, queda por deficiência de ferro.
Mas tem um eixo que quase ninguém investiga: a resistência à insulina. Ela aumenta a conversão local de testosterona em DHT diretamente no couro cabeludo, mesmo quando os exames hormonais gerais estão dentro do padrão. Além disso, mantém um estado inflamatório de baixo grau constante, que acelera a miniaturização do folículo. Por isso, oleosidade excessiva do couro cabeludo, dificuldade de emagrecer e queda em padrão andrógeno podem ser sinais do mesmo eixo metabólico, não pr
6 de jul.1 min de leitura


Você pode estar comendo bem e mesmo assim perdendo cabelo. Não é contradição. É bioquímica.
O folículo capilar é um dos tecidos de maior renovação celular do corpo. Ele compete. E quando o organismo precisa escolher onde distribuir o que absorveu, o cabelo perde. Zinco, ferritina, vitamina D, biotina. A deficiência que aparece no fio não é necessariamente sobre ingestão. É sobre absorção, transporte e disponibilidade tecidual. Inflamação intestinal silenciosa, disbiose, permeabilidade aumentada, uso crônico de medicamentos. Tudo isso interfere na chegada desses nutr
1 de jul.1 min de leitura


Pouca gente sabe que o sangue humano carrega componentes capazes de “conversar” diretamente com as células do couro cabeludo.
Essa é a lógica por trás da terapia combinada que a K.Life utiliza: enquanto uma parte do material biológico fortalece a estrutura do folículo, outra parte funciona como um sistema de transporte, levando instruções biológicas até regiões do couro cabeludo onde a atividade celular está reduzida. Na prática, isso significa unir duas abordagens com mecanismos distintos de ação, ampliando o alcance terapêutico em casos mais complexos de afinamento e enfraquecimento capilar, inclu
1 de jul.1 min de leitura
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